22 de nov de 2017

A COMPETIÇÃO IMPERIALISTA E A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Boa tarde, galera do 2º ano! Segue um pequeno resumo para a Prova Global.

O contexto em que se passa o nosso tema é a Europa do século XIX. Esse período marca a expansão das indústrias por vários países da Europa, chegando também aqui na América com a Industrialização dos EUA e na Ásia com a industrialização do Japão. Por isso essa fase é chamada de 2ª Revolução Industrial.




Essa expansão industrial vai ocasionar uma nova necessidade ás potências europeias. Já que vários países europeus estavam se industrializando, onde conseguir mercado para consumir seus produtos? Onde conseguir matéria-prima para atender a demanda da indústria?

Sendo assim, a alternativa para se conquistar novos mercados foi  a colonização de regiões periféricas na África e na Ásia, chamada de NEOCOLONIALISMO. Essa nova colonização vai marcar também o surgimentos de grandes impérios nessas regiões, por isso, essa conquista também é chamada de IMPERIALISMO.



O Neocolonialismo teve como respaldo teorias que justificavam a dominação das potências europeias como o DARWINISMO SOCIAL. Dos pontos de vista étnico, econômico, político e cultural, as potências imperialistas se achavam em condição de seres mais evoluídos que os demais povos do planeta, tendo o direito a eles se imporem e explorarem de acordo com os seus interesses, projetos e valores. Outra teoria que justificava essa dominação era a MISSÃO CIVILIZADORA. As potências imperialistas se viam na árdua tarefa de incluir os povos menos esclarecidos (negros e amarelos) no processo de civilização e progresso.



A partilha da África foi definida entre as potências europeias através da conferência de Berlim, um acordo que definiu os rumos da dominação naquele continente.

A disputa imperialista produziu inúmeros conflitos que levariam as potências europeias a uma Primeira Grande Guerra Mundial.


Ao mesmo tempo em que a indústria se expandia, lançava produtos inovadores nos mais variados  mercados, os países industrializados se enriqueciam e a burguesia ostentava os privilégios do poder de consumo, os anos dourados da BELLE EPOQUÉ traziam à sociedade europeia uma  falsa sensação de estabilidade, riqueza e progresso, gerados pela indústria que estava a todo vapor.